Testei: Avon Luxe

Recebi parte da linha que compõe a Avon Luxe e gostei logo de cara da apresentação, as embalagens são lindas e ricas, com acabamento dourado luxuoso! Os produtos apresentam fórmulas enriquecidas, feitas a partir de ingredientes raros e preciosos, que potencializam os resultados de cor e luz. Ao todo, são oito itens, como batom, gloss, sombra, máscara, delineador e base, com muitas opções de cores.

Aí como eram muitos produtos, pensei que um video seria mais bacana, pois daria para mostrar, falar as minhas impressões e de quebra mostrar como fiz a maquiagem dos olhos usando os produtos da linha.

A coleção já está a venda pelo site e através das revendedoras Avon. Obrigada Avon e assessoria pelo envio dos produtos!

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Look da Camis: Quase uma colegial

É aquele negócio, depois que eu voltei a estudar eu vi a real dificuldade de ter um estilo nesta etapa da vida. Ainda mais quando está quente, poxa, ai dá vontade de ir de short, camiseta e chinelo. No meu caso, a sala tem ar condicionado, levo um casaco sempre.

Na minha última visita a Plural eu vi este cardigã e achei bem verão, até mesmo pelo material, é uma malha que lembra um tricot fino rústico. Foge dos tons de inverno e fica arrumado. Ai resolvi que uma saia preta cairia bem, mesmo com a textura da tela. No final ainda acrescentei um batom rosa e mocassim vermelho. E eu iria assim para a aula.

Claro que num curso mais sério (o meu), o povo muitas vezes olha e rola um estranhamento. Mas não sei, sinto que isso contagia. E de forma positiva, não é porque a gente sai do trabalho e vai para aula que tem que sempre usar roupas burocráticas, dá para quebrar um pouco e deixar a vida mais alegre pelo menos no ato de se vestir.

Usei:

Cardigã, regata e saia Plural, bolsa Mercado, mocassim Via Mia e óculos Zara

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Cliente Oculto: Quando o problema é o cliente

Olha, eu já falei mal demais de lojas, marcas e vendedores. Tá na hora de fazer uma “justiçazinha” e eu reconheço, tem horas que cliente é um saco, não tem razão, é folgado e quer ter vantagem.

No domingo passado, eu fui ao Verdemar do Sion e ao chegar entrar no acesso do estacionamento eu me perguntei porque eu estava ali mais uma vez. Eu odeio esta unidade, mas teria que dar uma volta até o Diamond por conta do transito impedido no caminho. Existem problemas de acesso aos estacionamentos, eles são meio confusos, mas ok se fosse só isso. As pessoas querem parar na porta, acham que os “5 minutinhos” de fila dupla são perdoáveis e que estacionar em duas vagas ou em vagas de idosos ou deficientes não tem problema algum. Afinal, é sempre rapidinho.

verdemar

Beleza, ao acessar a loja, vi que educação não é o forte da galera, de novinhos a idosos. Carrinhos largados no meio do corredor, desconhecimento da palavra fila, pedidos de licença ou desculpas não fazem parte do vocabulário de quem frequenta aquele lugar. O tratamento dado aos funcionários pelos clientes é péssimo, nem o obrigatório “obrigado” aparece. A impressão que está todo mundo ali para servir como na escravidão, cadê respeito?

A cara de recém acordado misturado ao mal humor da manhã com um nariz em pé digno de plástica do Pitanguy me dá nojo. Mulheres arrumadas como se fossem a uma festa as 11 da manhã. Homens arrastando seus chinelos e rodando o chaveiro de seu carro super caro. A lerdeza habitual das crianças e adolescentes pregados nos smartphones atrapalhando o tráfego ou impedindo o acesso a gôndola. Todos na mais perfeita superficialidade.

A ofensa e irritação ao serem contrariados me assusta. Apanhei com os olhos ao pedir licença a um homem que posicionou o carrinho no meio do corredor do caixa, claro que ele não iria me ver, estava pregado no telefone e possivelmente não lhe foi ensinado noções de espaço público e privado (a casa dele e deve ser uma zona). Ao passar, o sujeito me solta um “obrigado” de forma irônica. Parei, respirei, me virei e respondi: oh, obrigada!  Mas vendo como as pessoas como o senhor são, bastava eu empurrar o seu carrinho, seria mais de acordo com o público que frequenta este lugar que beira a barbárie.

A moça que estava no caixa riu baixinho. Possivelmente se sentiu vingada. Não deixarei de ir ao Verdemar, posso andar mais para encontrar produtos que só tem lá (gosto de ir no Diamond), mas pelo menos não terei que me irritar com gente que se acha demais. Ou seria sonho ambicioso uma entrega fazer pedidos pela internet e não ter que pisar mais lá?

A vida é mais que ter ou parecer para uma parcela da população que se sente acima, só não sei de que. No final todo mundo tem o mesmo destino, se é que me entendem.

ps.: todo mundo tem um dia ruim, pode descontar em alguém, rola um descuido ou pressa mesmo. Todo mundo ERRA. Relatei isso, mas poderia ser um caso da Boca do Forno do Mangabeiras, uma ida a lojas do BH Shopping (que até as vendedoras passaram a ter um comportamento agressivo e arrogante em várias lojas frequentadas por este tipo ai), restaurantes badalados do Lourdes… Não sei o que está acontecendo com as pessoas, só sei que estou assustada.

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