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#luademel: Turistando em Amsterdã

Depois de passar por 3 aeroportos, voltamos ao aeroporto de Schiphol. Era hora de conhecermos Amsterdã, capital da Holanda. Confesso que não tinha tanta curiosidade pela cidade, mas estava no “combo” de passagens que comprei. No final foi ótimo, pois também aproveitaríamos a proximidade e programamos um pulinho em Bruxelas, para visitar a prima do Leo.

Canais de Amsterdam
Como de costume, fizemos nosso roteiro salvando pontos no google maps (offline) e no keep. Pegamos o trem do aeroporto para a cidade, depois um metrô para ir até o hotel que tinha uma estação super próxima. Ficamos no easyHotel, que fica no bairro De Pijp. Escolhemos este hotel pela localização (perto de vários pontos turísticos) e pelo valor. Hospedagem em Amsterdã é caro e tudo muito pequeno. Lá parecia um prédio comercial em que salas foram adaptadas para quartos. Basicamente: cama, corredor pequeno, uma mesinha com uma cadeira para se arrumar e o banheiro que tinha vidro fosco em volta, sem contar que a porta do box era também a porta do banheiro. As nossas malas ficavam no corredor estreito. Estávamos com duas malas médias, quem tem mala maior ou muitas malas terá dificuldade.

Bikes congeladas
Nosso primeiro dia foi de andanças. Nevou e o tempo ficou mais “frio” por conta da umidade, mas ok. Os moradores andam muito de bicicleta, chega a ter engarrafamento de bikes nos horários de pico #ohlokomeu. Eu não encarei o passeio de bicicleta não, por dois motivos: numero grande de bikes e por não saber direito onde ir. Imagine parar toda hora para ver se estamos no caminho certo no mapa e ser atropelado por bikes enfurecidas?!

Ao longo da cidade vocês encontrarão muitas lojas de porcelanas e queijos. Atenção para as lojas de queijo: você pode degustar, é sensacional! Imagina mineiro em loja de queijo? Paraíso! Holanda é famosa pelo gouda, maasdam, edam e variações destes. Também comi alguns queijos de cabra deles que são sensacionais. Em uma destas lojas você poderá visitar o Amsterdam Cheese Museum, que fica no subsolo. Não tem muita coisa: fotos, textos, roupas e utensílios utilizados na produção, principalmente em tempos mais antigos. Nestas lojinhas vocês também encontrarão mostardas e geleias incríveis, além de itens para consumo do queijo como facas, tábuas, ardósias, garfinhos…

Amsterdam Cheese Museum
Fomos a dois museus: Van Gogh e o Rijksmuseum. O museu Van Gogh é legal, mas as obras principais do artista. O museu é organizado de forma cronológica e apresenta textos que você pode ler para conhecer sobre a vida do pintor. Não permitem fotografias e são bem rígidos, logo, evite o constrangimento / vergolha alheia internacional ok?! A loja de souvernir é cheia de tentações. Eu gostei mais do Rijksmuseum. Ver várias pinturas dos artistas holandeses de pertinho foi emocionante! O acervo reúne muitas obras de Rembrandt, Vermeer e Hals, todos da época gloriosa da pintura holandesa e que até hoje inspira pintores e fotógrafos em função do cuidado com a luz e a proximidade absurda com a realidade, tanto pelas passagem suave de cores, detalhes e proporções mais fidedignas.
Para quem tem disposição e dinheiro, outras opções de museus: Stedelijk (arte moderna) e a Casa Anne Frank. A casa Anne Frank eu recomendo comprar pela internet com bastante antecedência. Assim como em outras cidades, Amsterdã também tem seu ticket coletivo que permite ao turista ir em várias atrações. No caso, preferimos comprar os ingressos separados pois na nossa avaliação não havia muita coisa que nos interessava e íamos gastar mais com o “passaporte” que comprando o ingresso separado. Os ingressos para museus em Amsterdã são mais caros, então vale a pena ver direitinho onde quer ir. Na verdade a cidade tem custo de vida mais alto.

Rijksmuseum Museum
Fizemos o passeio de barco pelos canais de Amsterdã. Não é tão caro e ajuda a compreender como a cidade surgiu e cresceu. Eu não sabia que os canais que cortam a cidade foram “rios” de defesa construidos para proteção da cidade contra invasores no passado. A medida que a cidade crescia, “rios” eram construidos, fazendo assim anéis protetores. Achei legal, fora que o guia te explica e mostra pontos turísticos ao longo do caminho. O passeio tem tradução em várias línguas, o português era de Portugal, mas achei a dicção ruim de entender. O modo em inglês estava mais claro. Também fomos ao Willemspark, parque que fica perto dos museus Stedelijk e Rijksmuseum, acredito que na primavera e verão ele seja lindo e convidativo a um picnic, além de ser ótimo para praticar esportes.

Passeio de barco
Infelizmente no inverno não vemos tulipas, apenas em alguns lugares que vendem e em feiras de rua. A cidade deve ficar mais bonita ainda, com seus canais, muitas bicicletas e casas estreitas coladas umas as outras.

E ah, teremos post de comidinhas e bebidinhas de Amsterdã e um post sobre nossa ida bate e volta a Bruxelas. <3

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