Look da Camis: Verão da Plural 2015

Passei na segunda para ver de perto uma parte da coleção de verão da Plural. Eu comentei sobre a coleção na época do Minas Trend e ver ao vivo é muito mais legal, pois passa daquela história de conceito e caminha para a vida real.

Algumas peças que usei são do desfile e mostruário, como o vestido da primeira foto que tem uma pegada mais esportiva, ele fica mais curto na frente, bem charmoso, mas para clientes como nós, ele será mais comprido. Muito branco, tô adorando esta claridade, por mais que o preto seja básico, o branco carrega uma elegância imaculada incrível!

O macacão foi uma das peças que eu pensei: não vai dar certo e super deu. Alongou o corpo, é confortável e tem uma praticidade incrível por ser uma peça só e dá até para trabalhar com ele, eu usaria sem o menor problema”

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Segue abaixo o convite da Plural, está todo mundo convidado para conhecer a coleção de pertinho! Se não puder ir hoje, dá um pulo lá, além da marca própria, a Plural tem a parte de multimarcas com uma seleção super bacana!

Plural Multimarcas

Rua Maranhão,78. Bairro Santa Efigênia

telefones de contato 31 9119-4147 | 31 3241-4053

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A vontade de ter uma bolsa de luxo…

Olha, não vou ser hipócrita tá? Eu já combinei que ia ser bem sincera com vocês e continuarei. Acho que este post demorou a sair justamente poque eu ainda não “podia” dizer o meu real ponto de vista. 

it bags | Louis Vuitton Chanel Gucci | Sim, Senhorita | Camila Gomes

Pois bem, eu sempre cobicei itens de luxo. Não pela ostentação, mas na maioria das vezes pelo peso da tradição. Uma bolsa Chanel é bonita (eu acho) e ela será Chanel para sempre, não precisa de modismos para ela se estabelecer, ela já se tornou imortal. Claro que tem épocas que elas ficam em maior evidência, é o inconsciente (marketing) coletivo lembrando a você que uma Chanel te deixa fina, linda, com ar de rica e sofisticada. Tipo Carolina Ferraz sabe? Chique sem fazer um pingo de força. Claro que tem gente chique sem mostrar uma marca, acho até mais legal.

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Eu já comprei bolsa falsificada e me arrependo por dois motivos: uma por tentar me enganar e outra porque ela era uma porcaria, joguei dinheiro fora. Então, me prometi que compraria bolsas originais, juntaria grana e iria sempre aos poucos nos itens mais clássicos e que combinassem comigo afinal não preciso de todos os modelos da Louis Vuitton para viver. E mesmo nas minhas compras baratas o clássico se sobrepõe sempre. Fico feliz pois de uma certa forma diminui a minha ansiedade consumista.

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Minha primeira bolsa de “luxo” foi uma Kate Spade. Comprei em um outlet próximo a NY. Preta, semi rígida, tamanho bom e alça para carregar na mão e no ombro. Depois eu me aventurei nos brechós de luxo no instagram. Comprei uma Louis Vuitton modelo Alma monogramada com a Fair Closet (instagram.com/faircloset). Ela veio mais detonadinha, manchada na base e com as alças mais escuras, comum no modelo que leva as iniciais da marca. De inicio eu estranhei e até rolou um arrependimento porque achei ela muito usada, mas logo detectei que ela tinha alcinhas na parte de dentro que possibilitaram a inserção de uma alça tiracolo, a bichinha é usada em exaustão. E outra, parecia bolsa antiga, que era da minha avó. Muito mais legal, podia até inventar histórias hahaha

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Ai a próxima bolsa foi a do Marc Jacobs, uma pechincha com o Brechó da Diretoria (instagram.com/brechodadiretoria). Ela estava inteira, só descosturada numa parte da base. Era um modelo que sempre quis e pelo estado ela foi extremamente barata se compararmos as bolsas nacionais vendidas atualmente (como assim uma bolsa tamanho médio a grande custar mais de 500 reais? Zero design, pura cópia! tá louco?).

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Ai veio a Chanel, menina dos olhos… Eu fiz uma limpa no meu armário com intenções nela, já namorava a bag no Lebeh (www.lebeh.com.br) a tempos. O modelo não era tão clichê e o preço era caro sim, mas ok para a marca. Vendi a vida e foi uma decisão de comprar ou não pairou na minha mente. Pensei em fazer uma viagem, mas possivelmente iria somente aqui no Brasil e não sabia quando teria aquela quantia e coragem novamente para dar no meu objeto de desejo. Dei. E somos felizes! Já planejamos viagens juntas, ela já visitou o Rio e possivelmente iremos a algum lugar na America do Sul. Ano que vem, Europa, ela quer ver os parentes.

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Além delas, eu convivi com duas bolsas de luxo, ambas bolsas de aluguel. Uma clutch maravilhosa BCBG Max Azria pela Madre Store e uma Celine Nano Luggage com a Bobags. Eu sai com ambas sendo que a clutch foi para uma festa e eu achei que o sistema vale a pena para este fim, assim como alugar roupa de festa que geralmente é algo que não usamos muitas vezes. Então foi um bom negócio!

Já a Celine, eu fiquei bastante tensa de sair com ela. Ela estava nova, nem meio arranhãozinho e era uma responsabilidade enorme já que aquele aluguel foi uma cortesia (o da clutch também). O que me é emprestado eu cuido mais que se fosse meu. Sai com ela uma vez e a tensão não me deixou relaxar. As vezes se pagasse não ficaria tão neurótica. Fiz algumas fotos de looks, ensaiei mais saídas e até fiz fotos no espelho, mas o receio era maior que eu de sair com a bonita por ai.

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Eu alugaria uma bolsa hoje para conhecer, caso tivesse um interesse em comprar. Muitas vezes não temos noção das dimensões, se a bolsa é fácil de abrir e fechar, peso, se é prática… Como no atual momento eu até sei qual bolsa quero, possivelmente comprarei usada com um pouco mais de história, só que não por agora. E se eu tiver uma filha (sinto que terei), ela vai herdar uma mini coleção bem legal, com histórias minhas entre monogramas.

Mais uma vez, ter uma bolsa, sapato ou qualquer item de luxo deve ser pensado com cautela. Vejo uma banalização do luxo, a cada dia as marcas lançam mais e mais modelos e existe um mercado que compra e exibe isso como se fosse algo normal/banal. Não é. Não pense que você tem que ter, pense no seu estilo e encontre-o. Depois selecione o que tem a ver com você, dia a dia e uso calculado pelo numero de produções e ocasiões que a peça estará na sua vida. Isso vale para o caro e para o barato, comprava um tanto de bobagem baratinha e no final ao vender eu via o tanto de dinheiro que perdia…

Luxo nesta vida é fazer boas escolhas. Não deixe ninguém te influenciar nisso, não dê o seu direito ao outro. De coração, Camis <3

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#bemviver: Nunca gostei de me exercitar, pronto falei!

Eu sempre fui uma criança quieta, minhas brincadeiras eram comuns a muitas meninas, tipo boneca, comidinha e costura.  Minha mãe sempre incentivou certos costumes, eu ganhei um carrinho estilo rolimã e a gente gostava de rodar pneu (hahaha)… Nossa casa antiga tinha uma área grande e uma rampa, eu corria, mas nada de muito extraordinário. Na minha rua eram mais meninos, até emprestava meu super carrinho, mas não ficava tanto com eles, só tinha uma menina na rua e ela nunca aparecia…

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Na escola o comportamento era o mesmo, eu era mais quieta. Lembro que na escolinha, tinha uma árvore enorme, gostava de subir nela, me sentia uma ginasta. Ai fui tolhida. Estudei mais tarde em uma escola municipal e lá tinham muitas crianças que brincavam coletivamente nas suas ruas, bairros. Eu me sentia isolada e notei logo de cara que eu não tinha a mesma performance. Elas amavam a tal da queimada, eu sempre saia rápido, totalmente frustada e chateada. Além de não conseguir jogar eu também não conseguia socializar.

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Em paralelo, minha mãe me colocou na natação para emagrecer, isso com uns 9 a 10 anos, era uma época que natação era o esporte da moda, mais completo, perfeito, bom pra todo mundo blablablabla… Nunca quis e permaneci nesta até os meus 15 anos. Queria mesmo uma atividade coletiva, minhas colegas faziam vôlei, eu também queria. Na adolescência, já em uma escola particular, eu tive contato com outros esportes, os professores diversificavam. Eu curtia atletismo e handbal (é tipo um futebol jogado com a mão). Era boa!

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Flertei com musculação, um instrutor que tinha muito tato #sóquenão me disse que eu estava MUITO GORDA (conta a novidade agora querido!). Sai tão mal pelo jeito que ele colocou que nunca mais voltei. Tentei outras vezes mas achava um SACO. Ai com os meus 19 anos, encontrei no spinning uma atividade que era coletiva mas individual, que eu teria contato com as pessoas sem disputar nada, queimar calorias e descontar na bike meus medos e ansiedades. Foi assim durante uns dois anos, até que os horários de faculdade quebraram o esquema e eu larguei.

Depois que mudei, passei a fazer caminhadas diárias com minha mãe. Ela sempre se exercitou e se tornou uma incentivadora. Só que ela é mais velha, mais baixa e eu segurava meu ritmo e não forçava nadinha. Entramos em um acordo, fizemos matricula na academia e eu voltei ao spinning, passei a fazer musculação. Durante um tempo achei que isso seria suficiente para mudar o meu corpo, a mudança foi muito sutil.esporte-04

Depois do spa week, de aplicativos de celular para controlar o que comia e de pesagens semanais (fugir da balança: quem nunca?), o combo alimentação + malhação daria resultados! Meu culote diminuía a cada dia, minha perna mais fininha, meus ombros estavam mais retinhos e as costas no lugar. Tá, tô meio despeitada, mas isso é assunto para outro post. Sinto falta quando não vou e na minha viagem para o Rio eu corri e pedalei um dia, me deu vontade de ter uma bike!

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Mas o que eu não acredito até agora é que eu tenho prazer de acordar as 6:30 para me arrumar e malhar. Nos dias do spinning, são aproximadamente 1:40 minutos malhando. Minha mãe foi parte importante no processo, se antes ela me protegeu demais, hoje ela é uma companheira. Talvez não tivesse tanta necessidade de socializar da forma que eu imaginava, mas existe uma necessidade de tornar as coisas mais leves, paciência e bom humor. Cada uma faz a sua ficha, ela dança zumba e eu pedalo. Ai a gente brinca entre si, com os instrutores e colegas. E eu nunca pensei que isso ia acontecer… Ainda bem que aconteceu, antes tarde do que nunca!

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