Bem vinda Farah!

May 17, 2012 in Look da Camila

A história é a seguinte: quando coloca uma coisa na cabeça, enquanto não faz, não sossega. A camera bag da Adô estava na minha lista desde que a vi no Minas Trend, na edição passada. Eis que as meninas deram um descontão de dia das Mães e eu comprei a minha. Melhor coisa que fiz. Cabe celular, carteira e a camera. Bom demais, pois ela é prática, compacta. A cor é super invernal e o nem precisei dar nomes, este é o modelo Farah.

Postei no instagram (@blogsenhorita) uma bolsa que virá no verão, média, toda estruturada e em tons claros. Estará na minha lista, assim como a Haída, que é de inverno, mas atemporal.

Usei:

Camisa e calça Zara

bolsa Adô

Sapatilha Maria Filó

colar Luana Jardim

Fotos: Alexandre Queiroz

Os escolhidos da Plural #mtp

May 6, 2012 in Moda

Recebi um email fofo do Thiago Fróes sobre a Plural, convidando para o desfile. Ao passar no stand, eu conheci a Gláucia Fróes, estilista da marca (junto com a Letícia Leão), que conhece o Srta. Fiquei super feliz!

Vi rapidamente no stand peças que desejei para usar nos meus momentos de relax e final de semana gostoso, que a gente que ficar bem vestida mas com total conforto, pois tem aquela pegada esportiva chiquezinha que as vezes a gente fica que nem louca procurando e não acha. Teria e usaria muito as blusas que selecionei do desfile. Nos mesmos modelos, nas mesmas cores. A laranja me encantou pelos recortes e a de capuz é fofa, dá um charme a mais.

Reparem que é tipo um tricozinho. Não marca tanto como a malha, que é traiçoeira com as gordurinhas a mais. Pena que esta coleção é só para o verão, pois eu usaria desde agora! Mas a curiosidade me levou ao facebook da marca que tem o lookbook de inverno e vou destacar três peças do meu coração: blusa bege e cinza larguinha para usar com skinny, jaqueta com recortes esportivos mas “arrumaridissima” para alternar com o blazer nosso de cada dia e a produção do cardigã como blusa (amo!) com a saia de couro, usaria assim mesmo, pois ficou linda!

Nova Coven #mtp

May 4, 2012 in Moda

Sabe quando você sente uma mudança, não sabe como, mas sente? Eu fui ao stand da Coven ver uma provinha da coleção de verão que desfilará no Fashion Rio. Olha, já tem tempos que a Coven mantem o tricot, mas esta foi a primeira coleção que o que me chamou atenção foram peças de outros materiais.

Acabou que não conversei com o Arízio sobre a inspiração. Posso dizer? Foi até bom, pois pude captar as coisas com um olhar e sentimento mais puro, sem conceitos pré-formatados. Tá com nada esta onda de explicar arte, opa, moda. Depois falo disso. Nunca fui a Paraty (RJ), mas já vi fotos, li sobre e vi coisas na tv, a sensação que tive quando vi a coleção da Coven saiu de Paraty para as araras do MTP. Pode ser uma “viagem”, mas acho que não.

A cartela de cores tem elementos do navy (azul/vermelho/branco). Olha a estampa das camisetas, este desenho de barquinho antigo,  que são facilmente encontradas em folhetos antigos e que é rotina achar em quadros pintados e vendidos em feiras e lojas de souvenir. Algumas peças tinham estampas que lembravam azulejos portugueses, o amarelo mais vivo deu pinta neste momento, mas não me encheu o olho, os barquinhos me fascinaram!

O tricot está mais fino, mais elaborado. Lembra aquela bandage de umas 3 coleções atrás? O material permanece, a modelagem fica mais solta e tem curvinhas nos acabamentos, reparem no decote do cardigã. Aqui a cartela de cores amplia, chega nos tons mais claros. Onde tem Paraty aqui? Nestas curvinhas, tipo telhado antigo. Viagem?

E por fim, as rendas, tudo claro, com branco, clarinho. Quer coisa mais de Paraty/Ouro Preto e barroquismos afins que branco com cor? Fora que renda é coisa de boa moça, mas calça? Boas moças modernas, esta eu quero ao menos experimentar, no cabide ela estava divina.

E ai? Minha associação com Paraty foi muito louca? Recebi vários releases que contam um pouco sobre inspiração, materiais, cores e até números das coleções. Alguns correspondem ao que é apresentado, outros são super fora da vida real, nada parecem com o que está nos cabides. Na arte acontece isso demais. Mas tem horas que é melhor não ler e deixar o coração e a cabeça caraminholarem coisas, afinal, nem todo mundo tem que saber se a Coven se inspirou em Paraty, basta ser lindo e vestir bem… Que já é um passo dado pela marca!