#belorizontices: Villa Rock Dogueria

O blog foi convidado pelo estabelecimento.

Uns dias atrás nós fomos ao Villa Rock Dogueria para conhecer o espaço. Mas sabe quando você tem aquela impressão que conhece aquele nome, aquele sanduba? Quando eu era assídua na Experimente, geralmente dividia um cachorro quente gigante com algum amigo/amiga. Era bem farto, a salsicha gostosa e atendia a minha necessidade: uma comida com preço bom para que eu investisse nas cervejas artesanais que beberia, o custo da cerveja era alto então tinha que escolher né?

Fomos conhecer o espaço, que fica escondidinho numa rua pequena do bairro Anchieta. O foco são as feiras de cerveja artesanal e gastronômicas. O espaço veio para atender uma demanda de clientes que vieram através das feiras, a variedade de opções é maior e dá para comer sentadinho escutando um rock bacana com uma cerveja artesanal. Lá tem também opções de cerveja comerciais mas vale a pena experimentar a Lobba, a Pilsen é super suave.

As salsichas são feitas pelo pessoal da Villa para uso dentro da casa e se estendem também para tira-gostos como a Wurst: mix de 5 salsichas variadas a escolha do cliente com porção de batata. A porção é bem servida, mas tivemos um pequeno azar: dois sabores estavam muito passados, muito seco e consequentemente sem sabor. Achei num primeiro momento que fosse característico, mas foi azar. Depois quero ir comer esta mesma porção pois vale o custo x beneficio.

Bom, vamos aos sandubas? Existem dois tamanhos, o baby (individual) e o mega (serve duas pessoas ou quem tem muita fome/come muito). Fomos de Burguesia e Sargento Pimenta. Burguesia é composto por pão, salsicha tradicional alemã, mussarela, cream cheese, pepperoni, batata palha e mussarela gratinada. Já Sargento Pimenta é feito com pão, salsicha apimentada, molho de tomate, mussarela, chilli apimentado, Doritos e cheddar. O “dogão” é bem nutrido, tem tanta coisa que tem horas que é complicado até de morder. É a versão mais fina/gourmetizada dos super cachorros quente de carrocinha. Para quem gosta deste estilo tem que conhecer a casa.

Senti falta de uma opção mais simples, sem muitos componentes para sentir o sabor da salsicha, ela fica perdida e para mim deveria ser o principal. Um pão melhor também valorizaria mais a salsicha, estava meio sequinho, mas com os molhos ele ficou ok. Comeria novamente em feiras de cerveja, é uma boa opção e combina muito com as cervejas, até pensei na historia da viabilidade da porção de salsicha na feira. Seria a minha opção certamente.

Categoria: cachorro quente, sanduiche, cerveja artesanal, amigos, casal

Ponto Forte: Salsicha feita pelo Villa

Ponto Fraco: pão

Gasto Médio: R$30,00 sem bebida alcoólica

Onde fica:

Rua Brás Cubas 116

Tel (31) 3227-0608

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#belorizontices: Borracharia Gastrobar

O blog foi por conta própria.

Fui pela primeira vez na Borracharia uns 3 anos atrás, com meus pais e um casal de amigos. Sendo bem sincera, me lembro bem pouco deste dia, mas me recordo bem que lá tinha uma costela de porco sensacional e que a cerveja estava bem gelada. E só. O local é bem peculiar, fica na parte lateral de um posto de gasolina no alto da avenida Afonso Pena. Sugiro que use algum programa de navegação para indicar o local pois há risco de passar direto já que não é muito visível. A decoração acompanha o nome, pneus e equipamentos de borracharia espalhados pelo espaço. Tem um ambiente interno e o externo, em épocas mais frias, leve casaco pois a região venta muito. A iluminação me incomoda um pouco, acho um pouco escuro, gosto de ver o que como com clareza. Quero que a comida olhe para mim, me seduza. Sempre opto por mesas mais iluminadas quando vou lá, mas quando está cheio nem sempre isso é possível.

Vamos aos comes? Ano passado eu fui a um jantar que o Jaime Solares preparou, me lembro com muito carinho do peixe perfeito que ele serviu no dia. O peixe estava no ponto, macio, desfazendo no toque do garfo. Para acompanhar tinha purê de batata doce e tomatinhos confit. A entrada também foi excelente, um steak tartare de carne de sol. Confesso que tenho um pouco de resistência/medo do carne e ovo cru no steak tartare, muita coisa crua e perecível, mas foi tranquilo graças a carne de sol. Também comemos doce de leite com queijo. Estava muito bom e grande parte do sucesso foi o queijo curado. Conversando com Jaime, eu perguntei onde ele comprava queijo, ai ele comentou que era no Mercado do Cruzeiro, a loja chama Nectar do Cerrado. Vale a visita!

No meu retorno com meu pai e irmão, pedimos uma porção de linguiça com mandioca cozida e costela de porco ao molho de laranja e farofa. A linguiça é tipo caseira porém sem aquela gordurada que é bem comum. Frita e bem sequinha, chama realmente uma cerveja gelada ou uma caipi (não tomei no dia mas tem várias opções interessantes de drinks. Lá eles trabalham com a cachaça Spiral, que é ótima!). A mandioca cozida veio derretendo. Cês não acham desagradável mandioca cozida dura? Nossa, as pessoas deveriam ter vergonha de servir mandioca dura kkk. Quem não gosta de cebola, peça sem pois vem muita. Eu adoro e queria refil.

Vamos ao principal, a costelinha ao molho de laranja com farofa feita com farinha panko. Todo lugar tem costela de porco ao molho barbacue, acho uma delícia, mas nem todo mundo consegue preparar a costela bem, limpa-la ou ter uma costela com carne (os ossos nós levamos pro cachorro, mas tanto nós como o Rex queremos um pouco de carne também, pode ser? rs). Carne de porco parece fácil, mas pode ficar seca facilmente. A costelinha do Jaime é cozida lentamente em baixa temperatura e leva um molho de laranja que é excepcional pois agrega o doce e a acidez da fruta que combinam bem com porco. Ah, o molho leva mostarda dijon e mel!

Quando fui, eu não me lembrava se a farofa era feita com farinha panko. Panko é bem comum na culinária japonesa, ótima para empanar, tipo uma farinha de pão (feita com pão velho ralado, nada além disso!) mais grossa. Bão, mas achei que a farofa ficou a desejar, pois não estava com muito sabor, ficou meio deslocada tanto é que sobrou. Eu imaginei uma farofinha de farinha de mandioca lotada de manteiga mesmo, sem muita confusão. Seria o óbvio, talvez sim. Mas o molho e ponto da costela me surpreenderam tanto que não ligaria de ser o básico das farofas.

Quero voltar para comer o parmegiana e almoçar, tem prato diferente todo dia. Usei Chefsclub, ajuda bastante nas contas ultimamente, mas não é um local caro e com porções resumidas. Gosto da apresentação dos pratos, apesar da proposta ser mais simples (do espaço e louças), existe um cuidado, a comida não é jogada de qualquer jeito. Elegância na simplicidade. E quem observar, verá que a gourmetização é leve, nada de afetação ou pratos sensação do momento.  Dá para comer burrata com vinho ou linguiça com caipirinha, fica a cargo do freguês.

Categoria: bar, almoço, amigos

Ponto Forte: Costelinha de porco, sem dúvidas.

Ponto Fraco: Ambiente escondido e um pouco escuro.

Gasto Médio: R$50,00 sem bebida alcoólica

Onde fica:

Avenida Afonso Pena, 4.321 – Serra

Telefone: (31) 2127-4321

Confirme os dias e horários deles pelo facebook.

#belorizontices: Slow Burger

O blog foi convidado pelo estabelecimento. Aqui em BH é assim: vem uma modinha e vários lugares com um produto ou estilo brotam por ai. Abrir um negócio não é fácil e nem barato, muitas pessoas optam por franquias por já apresentarem um modelo pronto e teoricamente consolidado no mercado. Uns anos atrás, o Bacon Paradise abriu, virou franquia e logo se multiplicou com seu cardápio recheado de bacon em...

#belorizontices: Madero

Segunda-feira passada eu fui ao BH Shopping para conhecer o Restaurante Madero. Estava curiosa pois a chamada era que a casa fazia o melhor cheeseburguer do mundo. O padrão é o mesmo para todas as casas da franquia: ambiente meia luz, móveis de madeira e cardápio adaptado ao espaço, no caso, a unidade do BH Shopping é uma Steak House que tem o cardápio mais completo. O evento preparou um...